Domingo, 27 de Dezembro de 2009

A PERUCA DE DILMA

A ministra Dilma Rousseff recentemente apareceu para o público, sem aquela peruca horrorosa, que comprou e usou, logo após descoberta de seu linfoma. Onde ela encontrou aquilo não tenho a mínima idéia - será que foi nas Daslu? Sei lá, essa gente paga uma fortuna para aparecer mal arrumada.

O négócio é que dona Dilma, sem peruca,ficou pior. Vera Coral comentou que  o penteado adotado era muito parecido com aquele que o Peter Ustinov usou, quando fez o papel de Nero no filme "Quo Vadis". Atenção, gente - falo do imperador romano Nero, sucessor de Claudio e não de Nero, aquele famoso software de reprodução e gravação de sons e imagens.  Pra quem não viu -  bem, o filme é de l951, quem viu na época do lançamento deve estar com pelo menos 66 anos. Há uma probabilidade muito grande de pouquíssimos leitores deste blog terem visto a película, a não ser aqueles que foram arrastados para o cinema, motivados pelos sentimentos religiosos de pais ou irmãos. Eu fui um deles - quase apanhei porque não queria ir. Preferia mil vêzes, Nyoka, a rainha das selvas,a ver a cara do Peter Ustinov, que na época me assustava. Ah, sim, o penteado da Dilma, pós-quimioterapia - cabelos curtos, penteados na direção da testa e uma fileira enorme de "pega-rapaz", de orelha a orelha. O que é pega-rapaz - ai como é duro explicar essas coisas nos tempos do gel e da chapinha. Pega-rapaz é aquela coisa, ou melhor, aquela vírgula de  cabelos,  que o Bill Halley tinha na testa. Se você não entendeu como é o "nerôneo" penteado da ministra, é simples - visite a rede. A internet está repleta de celebridades usando aquelas vírgulas esquisitas, emoldurando o rosto. Adote o mesmo procedimento se você quiser saber o que é pega-rapaz. Na pesquisa, mencione Bill Halley e seus Cometas. No entanto, se você é da tchurma das "lan-houses", por economia de grana, acho melhor pedir para sua mãe ou tia mais velha, uma foto do tempo em que elas eram mocinhas. Você saberá então, o que é pega-rapaz e verá como elas eram ridículas.

Pra terminar - e essa estória da cura do linfoma - ninguém tá acreditanto muito, só que está todo o mundo de bico calado. Até onde se sabe, ninguém foi verificar se a possibilidade de uma cura, assim tão rápida, é possível nos casos de linfoma, independente do estágio de desenvolvimento. Naja Maria contou que a esposa de um dos cunhados de sua irmã tirou um dos seios, isso lá pelo final de 1959. A razão era o câncer de mama que se desenvolvera. Pois então - passados quase cincoenta anos, essa coisa das trevas, ressurgiu no outro seio. Pessoalmente, eu não acredito em milagres. No entanto, fatos recentes tem demonstado que na política tudo é possível - até a cura do câncer.

sinto-me:
publicado por cacá às 17:31
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