Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

COM QUE ROUPA QUE EU VOU?

Semana passada descobri que a consultora de moda, Glória Kalil, tem uma coluna no portal IG. Lá, ela deixa seus conselhos para seus leitores, ou melhor, leitoras que aflitas desejam saber que roupa usar para uma festa de casamento, batizado, formatura, etc Coisas do tipo que adereço usar com um tomara que caia, qual o sapato mais adequado para uma visita à uma exposição, se bolsa Farah Diba combina com pretinho básico, etc. Eu, de moda ,entendo o óbvio - sei que não é adequado ir a um velório usando um fio dental, ou então, um bermudão e havaianas. E fico por aí. Já fui mais cuidadoso com a aparência, hoje em dia, sou bem desleixado. Não se pode ter tudo na vida, né?

 

Depois que desliguei o computador comecei a pensar no filão que ainda existe para ser explorado. Filão esse criado pela complexidade de situações da vida moderna. Existe um grande segmento social que, embora não consuma muito, deseja estar bem vestido, deseja sentir adequação entre o que usa e o momento que vive. Além do que, a variedade de situações pelas quais as pessoas passam hoje em dia vai de um casamento a um sequestro. Acredito que nossos consultores de moda diversificariam muito sua clientela se oferecessem sugestões para coisas triviais de nosso cotidiano. Por exemplo, que modelito usar para fazer acerto de contas com um traficante da "comunidade" mais próxima de seu condominio. Ou então, a cor mais adequada para o terno e a gravata a serem usados, quando for sequestrado. Tiara de conchinhas pequenas fica bem para comparecer  à inauguração do puxadinho da vizinha? E pantalonas verde-esmeralda mais blusa roxo-berinjela com cinto coral ficam legal para um churrasquinho na laje? Que acessórios usar para encarar fila de banco pós-feriadão, ou então, fila do INSS? Saia funil, mais sapatos Luiz XV, mais turbante são um traje discreto para ir à feira, na hora da xepa? Que cor de esmalte usar, que tipo de boné ter na cabeça para ver as mensagens do Orkut, Facebook ou MSN? E, finalmente, jeans e camiseta branca não é um traje muito batido, para esganar e depois atirar sua filhinha da janela do apê? Com a palavra as Glórias de plantão.

 

GLOSSÁRIO - Farah Diba Pahlavi foi a última imperatriz do Irã, terceira mulher do Xá Mohammad Reza Pahlavi. Com a revolução de janeiro de 1979 o casal abandonou o trono do Irã. Dizem que ela sempre usava uma bolsa grande, pendendo de um dos ombros. Eu nunca vi a tal bolsa Farah Diba, mas guardei o nome.

 

 

publicado por cacá às 01:00
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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

"EI, OLHA EU AQUI!!!"

Dia desses, voltando do trabalho, passei em frente à porta do apê davizinha. Uma folha imensa de papel, pendia de a...

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